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filosoficamente não falando.

por nans, em 30.07.14

De vez em quando dá-me a parvalheira e vou ver contas nas redes sociais de antigas "amizades". Esta parvalheira surge sempre num momento em que estou de bem com vida, quase como se precisasse de um incentivo para me sentir mal. 

Hoje foi um desses dias. 

Finalmente começo a olhar para o espelho e gosto do que vejo. Fui promovida no emprego. Acabei de vir de férias ... Resumindo, demasiada felicidade para ser algo credível para a minha pessoa.

Andava eu na cusquice ... sim, porque era isso mesmo que estava a fazer ... e eis que chego á conclusão que as pessoas em causa pararam no tempo. Tal como elas era quando a amizade acabou, tal como são agora. 

E eis que eu começo, filosóficamente, a pensar; será que é errado mudar? Quer dizer, eu não sou a mesma pessoa que elas conheceram há uns valentes anos atrás. Mudei bastante a minha forma de ser e estar. Não sou a mesma pessoa que deixava que se fizesse "gato-sapato" dela. E será que isso está errado? 

Deveria ter ficado aquela adolescente tímida e "infantil"? 

A resposta é um redondo "não". Se pudesse voltar atrás e escolher, teria escolhido percorrer o mesmo caminho, teria mudado na mesma, teria optado por crescer. Continuo com a minha timidez e tenho ainda um lado "infantil" (afinal de contas, cresci a venerar a Disney e a acreditar no príncipe encantado). Mas no meio disto tudo posso dizer que não parei no tempo ou que aos 26 anos continuo a agir como uma adolescente de 16. 

E depois há a típica história do cinismo. 

Nunca me entrou na cabeça como é que pessoas que dizem mal umas das outras possam ser amigas. Quer dizer, sabes que te insultaram e que te fizeram "trinta por uma linha" e mesmo assim falas com essas pessoas como se fossem amigas verdadeiras. 

Eu sei que a geração de hoje em dia faz isso com regularidade, mas para mim, quase um dinosauro no meio deles, é-me dificil compreender. Sou do tempo em que não havia expressões com friendmies ou algo do género. Ou se era amigos ou não. Pão pão, queijo queijo ... não havia cá misturas. 

Resumindo e concluindo. Se alguma vez duvidar se fiz ou não a opção correcta em seguir em frente e deixar essas "amizades" para trás, a resposta correcta é sim, porque há um tempo para tudo na vida. Um tempo para se ser criança, um tempo para se ser adolescente e um tempo para ser adulta. Pelo meio, pode-se misturar um bocadinho de cada uma, mas não em excesso.

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